As doenças das vias respiratórias superiores (nariz, ouvido e garganta) são uma das mais frequentes nos atendimentos médicos de urgência. Principalmente nas crianças e idosos, devido aos seus estados imunológicos.

Não existe uma barreira natural para inflamação dessas áreas respiratória. Então, quando há o acometimento do nariz, normalmente temos dos seios da face (cavidades ósseas localizadas na face, que servem para filtrar e aquecer o ar que respiramos) e garganta associados. Desta maneira, quando estamos com sintomas de congestão nasal, tosse, coriza, nos deparamos com uma inflamação das vias aéreas superiores.

Dependendo da etiologia estamos diante de uma rinossinusite viral (resfriado), rinossinusite alérgica (rinite alérgica), rinossinusite bacteriana. Existem outras causas menos comum como rinite induzida por drogas, hormonal, fúngica, entre outras.

Então quando falamos resfriado, sinusite ou rinite estamos nos referindo a causa da inflamação da via aérea.

Mas o que é importante nos determos diante desta doença?
Um dos pontos mais importantes é o tempo de evolução da doença. Normalmente os quadros virais são autolimitados, durando de 5 a 7 dias e que independente do tratamento, tendem a melhorar espontaneamente. O que devemos nos preocupar é com as medidas para mantermos uma boa resposta imunológica, como boa alimentação e hidratação, a limpeza da via aérea com a aplicação de soro fisiológico nasal ou inalações, isso ajuda muito a melhora dos sintomas e evitarmos que a secreção acumulada das vias respiratórias compliquem servindo como um meio de cultura para bactérias oportunista, evoluindo para uma rinossinusite bacteriana.

A rinossinusite alérgica se apresenta com sintomas mais recidivantes, que vai depender muito da exposição ao causador da alergia (alérgeno), sendo um dos mais comuns aos ácaros. Então o que vai determinar os sintomas é o contato com agente causador da inflamação e a sensibilidade individual do paciente. Para o tratamento podemos tratar a inflamação com medicações especificas, tentar interferir na sensibilidade com terapia imunológica e, principalmente, o que chamamos de higiene ambiental – retirar o fator desencadeante do contato com o paciente.

Os diagnóstico e tratamento das rinossinusites bacterianas são pouco mais complicados, e vem sendo alvo de vária discussões e modificações nos protocolos dos especialistas. Deve ser bem classificadas em aguda e crônica, fatores anatômicos associados, alterações genéticas, entre outros. Podendo ter como tratamento desde medicações antibióticas e antiflamatória, até cirurgias.

A melhor maneira de definir o tratamento é um bom diagnóstico das doenças respiratórias. Com isso o médico otorrinolaringologista é a especialidade médica mais preparada para esse fim.

Dr. Marco Antonio Cezario de Melo Junior
CRM-SP: 113.952
Médico Otorrinolaringologista e Coordenador do Setor de Otorrinolaringologista do Hospital Beneficência Portuguesa de São Caetano do Sul.

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